terça-feira, 18 de junho de 2013

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Não é um mar de rosas!



Relacionamento não é só feito de prazeres. Não é só festa, viagens, risadas, diversão, brindes, sexo, beijo e amassos. Relacionamento tem fase chata. De vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúmes, bate boca. A gente tem que lidar e conviver e ainda amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver.
Temos que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. Talvez seja aí onde entra a cumplicidade.
O amor é lindo sim! E ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos do outro. É querer estar com a pessoa independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

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Casal gay assumido era 'impensável' na época da ditadura, diz diretora

'A memória que me contam' retrata participantes da luta armada no Brasil.

Nova geração é representada por dois jovens que são namorados.


Em “A memória que me contam”, há um grupo de amigos discutindo sua participação na luta armada no Brasil nos anos 1960 e há também um casal homossexual, representante da geração posterior. A junção de temas é proposital, de acordo com a diretora. Ao tratar do que ela chama de “questão da homossexualidade”, Lúcia Murat afirma: “Optei por trazê-la porque acho bem paradigmática disto: a nossa geração se via e era vista como libertária, quando na verdade é fruto de uma época, com todos os preconceitos dessa época”. Em entrevista ao G1 para divulgar o filme, que estreia nesta sexta-feira (21), cineasta continua com a explicação: “Você ter um casal jovem que se assume como homossexual era uma coisa impensável na minha época, diante da sociedade”.
Na produção, os namorados são vividos por Miguel Thiré e Patrick Sampaio. Os demais atores centrais são veteranos, como Irene Ravache (que faz o alter ego da própria Lúcia Murat), Otávio Augusto, Zecarlos Machado e Franco Nero (o italiano conhecido como o “Django” original). Uma exceção é Simone Spoladore, no papel de Ana. É esta a personagem que, em vias de morrer, junta os antigos colegas – como ela só aparece na lembrança deles, faz sentido que a intérprete seja uma atriz jovem.

“A ideia surgiu há mais de 20 anos, um grupo de amigos discutindo em torno de uma pessoa que estava morrendo. É um pouco inspirado num fato real que eu vivia, né?”, recorda a diretora. “Essa pessoa ficou muito doente, não conseguiu sobreviver à experiência do exílio, de tortura, teve vários surtos. Mas só começo a escrever quando ela pessoa morre... A Vera morreu no final de 2007.” Vera Sílvia Magalhães era amiga da cineasta e militou contra a ditadura militar no Brasil. Lúcia Murat conta, entretanto, que “não queria fazer um filme sobre ditadura”. “Este filme, particularmente, surgiu a partir da necessidade de falar do que estava acontecendo hoje com a gente. Obviamente, fala também sobre ditatura, porque a ditadura está dentro da gente. Não tem como fugir disso, por mais que se tenha conseguido sobreviver a ela.”
Algumas das frases de Ana em “A memória que me contam” foram originalmente ditas por Vera. Dois exemplos possíveis, segundo Lúcia Murat: “Os que se suicidaram tiveram uma lucidez enorme” e “A minha identidade se foi nesta história de revolução perdida”. Perguntada se concorda com a segunda avaliação, a diretora responde: “Acho que, em relação que se pretendia, sim [houve derrota]. Trabalhava-se numa utopia total, de um mundo novo, um homem novo, um país totalmente igualitário. A gente foi totalmente derrotado, exterminado. Até o final dos anos 70, todas as organizações armadas foram exterminadas. Os poucos que sobreviveram foram para o exterior”.

Por outro lado, Lúcia comenta que “de maneira nenhuma” se acha derrotada. “Ao contrário, me considero uma vitoriosa, no sentido de que estou viva, os torturadores estão sendo lentamente investigados.” Já Simone Spoladore diz achar “interessante que o filme esteja sendo lançado agora, que tem Dilma como presidenta e com a Comissão da Verdade”.
A atriz se lembra de que “A memória que me contam” modificou sua percepção do período da ditadura. “Meus pais não tiveram relação com a luta armada nessa época, eles viviam mais no interior do Brasil”, justifica. “Eu sabia que tinha acontecido, claro. Mas os anos 1960, para mim, tinham sido há milênios, tanto tempo...” . Para ela, o trabalho no filme “O ano em que meus pais saíram de férias” (2006) já havia contribuído para uma mudança de entendimento. “Tinha uma distância muito grande desse tema, e não estava muito presente nas minhas aulas, no colégio e tal. Foi a partir do meu trabalho de atriz que me aproximei. Fazendo este filme, descobri que isso aconteceu ontem ou cinco minutos atrás.”
Na comparação entre as duas gerações, Lúcia Murat retoma o assunto inicial. “Você tem comportamentos hoje que são um grande avanço”, observa, contrapondo a situação atual à de décadas atrás. “Mas, claro, os anos 1960 mudaram tudo. Imagina: eu fui criada para casar virgem.”

FONTE: G1


segunda-feira, 3 de junho de 2013

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37% dos brasileiros não aceitariam ter um filho homossexual, diz pesquisa

Levantamento do Data Popular, divulgado nesta sexta-feira (31), ouviu 1.264 pessoas de cem cidades em todas as regiões do país nos três primeiros meses deste ano




Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular diz que 37% dos brasileiros não aceitariam ter um filho ou filha homossexual. O resultado do levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (31). 
O índice de rejeição é dez pontos porcentuais menor do que o daquelas que aceitariam se o seu filho ou filha se declarasse gay (47%). A taxa de rejeição, no entanto, ainda é considerada alta pelo Instituto. Ela é superior entre os homens – 45% disseram que não aceitariam um(a) filho(a) homossexual – e entre as pessoas com mais de 50 anos – 46% rejeitariam seus filhos.
O Insituto perguntou "Você aceitaria numa boa ter um(a) filho(a) homossexual?" a 1.264 brasileiros de cem cidades em todas as regiões do país. O levantamento foi feito nos três primeiros meses deste ano.
Apenas entre os mais jovens, com idades entre 16 e 34 anos, a resposta positiva foi dada por mais de 50% dos entrevistados.
O estudo aponta ainda uma divisão em relação à opinião sobre os direitos dos casais de pessoas do mesmo sexo. 42% concordam e 38% discordam que casais homossexuais tenham acesso aos mesmo direitos que aqueles considerados "casais tradicionais".
Segundo dados preliminares do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de 60 mil casais homossexuais. A pesquisa é anterior à regulamentação do casamento gay no país, aprovada em uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no último dia 14 de maio.  
Parada Gay
São Paulo vai sediar neste domingo (2) a 17º Parada do Orgulho LGTB, a partir das 12h, na Avenida Paulista. O tema deste ano será "Para o Armário Nunca Mais, União e Conscientização" e tem o objetivo é alertar para os retrocessos em relação às conquistas da comunidade gay. Neste ano, a Parada Gay vai voltar a ganhar a noite neste ano com um show de encerramento na Praça da República, na região central. A apresentação vai começar às 18h30 e acabar às 21h30. A principal atração será a vencedora da primeira temporada do reality show The Voice Brasil, da TV Globo, no ano passado, Ellen Oléria. A cantora levou a namorada para apresentação no programa. 
A concentração para o evento na Avenida Paulista começa às 10h e causará interdições na região da Paulista e da Praça da República. Por causa da realização da Parada, a ciclofaixa de lazer não será ativada na Paulista.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

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"Dívida do carnaval 2013 de Cláudia Leitte é de R$ 497 mil"... Será verdade???


Segundo Léo Dias, do Jornal O Dia, a coluna assinada por ele teve acesso a dados comprovando que Claudia Leitte, uma das cantoras mais bem-sucedidas da axé music, deve R$ 497 mil a seis empresas. As dívidas foram contraídas no Carnaval pela Ciel Empreendimentos Artísticos Ltda, que tem a cantora como sócia majoritária, e vão de impressão de publicidade, bebidas e confecção de abadás a consultoria financeira, caso do Banco Safra, credor que aguarda para receber R$ 310 mil.
O diretor de uma das empresas disse que até agora só ouviu promessas. “Fomos contratados em janeiro e até agora ela não pagou pelo trabalho. Ficam nisso de ‘hoje, amanhã’ e, até agora, nada de concreto”, declarou ele, pedindo anonimato. Paulo Sampaio, assessor da cantora, afirmou por meio de nota que “restam algumas poucas pendências oriundas do período de Carnaval, consequência de divergências técnicas que estão sendo sanadas, além de recebíveis ainda não realizados e que comprometem toda a cadeia. Apesar dos problemas gerados, alheios à nossa vontade, os valores estão em fase final de liquidação”.
A Ciel Empreendimentos declarou à Receita Federal um faturamento anual de R$ 24 milhões. Claudia tem 69% de participação na empresa, que está suja nos cadastros oficiais, como Serasa.

Seria verdade tal informação??? Percebe-se que trata-se de uma nota totalmente sensacionalista e talvez com pseudo informações!!! Por que esse "tal diretor de uma das empresas" que supostamente ainda estão sem receber, preferiu ficar no anonimato??? Já que a "tal" insatisfação dele é tamanha porque não mostrar a cara identificando seu nome??? Infelizmente, vivemos em um Brasil em que a tal "liberdade de imprensa permite" notas com seres anônimos!!! Não é novidade também que o que mais existe entre nós, brasileiros, são jornalistas que chegam ao ponto de "simular respostas, falas e até pronunciamentos" de artistas ou profissionais que os representem para suas notas parecerem verídicas!!! Será que o caso aqui não é este??? 
Na minha opinião torna-se difícil acreditar numa hipótese desta, tendo em vista que o cachê para um show de Claudia Leitte está entre R$ 300 a R$ 450.000,00 para um único show. Como uma artista deste porte estaria devendo esses horrores sem falar nas elevadas cifras com as inúmeras campanhas publicitárias???
Vender calúnias e difamações assim torna-se fácil. Estamos no Brasil!!!!!!!!!!
Ai, ai... melhor ficar por aqui!
Bello Paes

terça-feira, 28 de maio de 2013

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Respeito e gratidão!!! Amar é simplesmente isso!!!!!!!!

O amor é nada mais que isso: respeito e gratidão!!!

Belíssimo vídeo que vale a pena ser visto. Emocionante demais e faço questão de compartilhar com todos vocês.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

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"Não dava para viver de outra maneira", diz Daniela Mercury; assista


O encontro com Daniela Mercury, 47, e a jornalista Malu Verçosa, 37, casal icônico da militância gay brasileira, havia sido marcado para as 18h30 da quarta-feira, no espaçoso casarão da cantora no Parque Costa Verde, condomínio de luxo situado nas bordas de Salvador, onde sopra a brisa do mar.

Duas horas depois Daniela aparece com um microvestido para a conversa. "Ela é a curva do rio, só pra sair do quarto leva 40 minutos", diz Malu ao repórter Morris Kachani. A cantora havia passado base nas pernas, por isso hesitou em se sentar no sofá para não manchá-lo (um lençol foi providenciado).

Daniela vai logo dizendo que o casal está vivendo "aquela fase insuportável" da paixão. "Você fica nua, em carne viva. A relação está se criando, então tudo é negociado. Não sabia que poderia amar alguém com tanta intensidade", afirma.

Malu diz, diante de uma Daniela de olhos marejados: "Ela é generosa, brava, mas boba --aquele tipo que se você fizer 'bu', chora. Daniela devaneia, viaja. É forte e é guerreira. Uma mulher da porra, como se diz por aqui".

A namorada da cantora é editora-chefe do programa de notícias regional da TV Globo. Formou-se em jornalismo na Fiam, em São Paulo, onde viveu por dez anos, tendo trabalhado também no SBT e na Record.

FONTE -> Folha de S.Paulo


sexta-feira, 17 de maio de 2013

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Rio Sem Preconceito 2013



Fique de olho! A partir de hoje, no intervalo do último capítulo de Salve Jorge, assista à campanha Rio Sem Preconceito 2013 com Fernanda Montenegro, Dira Paes e Cissa Guimarães!