O Rei contou que, quando não existia a escova progressiva, ele usava a
touca como método de alisamento (foto: Divulgação)
O rei Roberto Carlos é discreto em relação a sua vida particular e não fala muito sobre suas opiniões pessoais, no entanto, em entrevista ao apresentador Jô Soares, ele se colocou a favor da união homossexual.
O cantor disse que a opção sexual das pessoas não é o importante, sim o caráter.
“Todo mundo tem o direito de ser feliz. Se sua felicidade não causa infelicidade do outro, não tem problema.”, afirma.
O cantor, se pronuncia contrário a opinião da ex-mulher, a deputada Myrian Rios, que é contra a união gay e tem posicionamento radical quando o assunto é homossexualidade.
Ainda na entrevista a Jô Soares, Roberto Carlos contou que sempre teve inveja do amigo de Jovem Guarda Ronnie Von. Isso pelo cabelo liso do apresentador.
Adepto da escova progressiva, o Rei contou que, quando a prática não existia, ele usava a touca como método de alisamento.
“Quando saía com a Jovem Guarda, levávamos meias finas para pôr na cabeça ao dormir. Mas, às vezes, a gente esquecia e alguém da banda pedia de alguma fã.”, conta Roberto Carlos.
“Respeito a opinião de qualquer pessoa. As que me conhecem em especial. Se tem uma palavra que cabe na minha vida é capacidade. É difícil enxergar no outro uma coisa que você não é capaz. Quando a gente vê uma mulher bonita, a gente sempre fala que ela está tomando alguma coisa. Mas ninguém pensa na capacidade. Não pode se estranhar a capacidade do outro”. Esta frase foi utilizada pela cantora Ivete Sangalo para rebater as críticas do cantor Aguinaldo Timóteo ao seu trabalho.
Na ocasião, a artista deixa óbvio a mesquinhez do cantor supracitado na sua forma de pensar e de suas idéias errôneas no que diz respeito a "estado de espírito", "alegria" e "capacidade" como a própria Ivete declara. Isso tudo é diferente de qualquer substância química que fosse necessária para causar isso na Sangalo. Ivete é natural... é natureza. Como se diz na Bahia é "natureba" pura! Por isso que sua energia é contagiante e agrada a todas as tribos. A conheço pessoalmente e as únicas doses a mais que Ivetinha toma ao subir no palco e no seu dia-a-dia são doses de bênçãos de Deus, de amor e de muita alegria para distribuir aos seus fãs, não importa o quão cansada esteja!!! Ao cantor que fez a crítica e a pessoas como ele, cabe a lamentação pela ignorância.
Em particular, mais do que nunca concordo com a Ivete. Pessoas públicas são alvos constantes de idéias erradas da opnião pública, e pensamentos que julgam como verdades absolutas. Tudo na vida tem consequencias. E todos, Eu, Ivete e qualquer outra pessoa tambem nos enquandramos nas idéias pré-concebidas "sem o total conhecimento dos fatos".
Aconteceu comigo ontem. E essa mulher cheia de razões e verdades parecia uma juíza na cadeira dando uma setença... sem nenhum conhecimentos dos fatos "REAIS". Deus? Acho que ela pensou que fosse ele próprio naquele momento porque ela não teme a nada nem a ninguem! Nem a própria Justiça dos Homens! Julgou e ao mesmo tempo determinou a SETENÇA!!! E o pior... não olhando para a própria vida não tão limpa assim! Será que o pré-conceito por ser homossexual não impulsionou essa pessoa a reunir tanta força para com tanta propriedade falar as barbaridades que ela falou??? Com certeza para ela falar tantas asneiras e acusações foram devido ao tamanho preconceito contra os homossexuais.Vou relatar esse fato num programa de TV que gravarei sobre o meu show (Como é feita a palestra do Bello Paes) esta semana e serão abordados muitos fatos de minha vida pessoal que autorizei a emissora a perguntar sobre tais assuntos.
Devemos pensar mais no que se fala, se cria (com uma imaginação suja e imunda) e leva outros inocentes a acreditar e se envolver sob impulso no que se fala. Isso serve para todos nós!
O maior desafio para um menino que está ‘virando homem’ é ter que comprovar sua virilidade, sua masculinidade; todos sabemos como as regras masculinas são severas e apenas heterossexuais. Ser homem é o oposto de ser mulher e também o contrário de ser homossexual, gay, viado, bicha, ou muitas outras denominações desqualificadas, pejorativas que denotam o preconceito e estigma que cerca a vida de quem não é heterossexual.
Mas o que acontece com um menino que é homossexual? Ele já sabia disso desde pequeno? Ele se acovarda e engana a si mesmo e aos outros se casando, sendo pai?
Um menino cresce dentro de regras heterossexuais, ele pode não saber quem é ainda, mas já sabe que ser homossexual não é bom, ou é feio, errado ou pecado; o interesse pelo ‘outro sexo’ marca para todos o despertar da sexualidade. É muito raro alguém saber que desde criança é um gay, mesmo porque “saber algo sobre nossa sexualidade” só acontece depois das dúvidas e incertezas que a adolescência nos impõe. Assim dependendo do maior ou menor rigor na educação, ambiente, nos próprios valores, crenças e oportunidades, esse menino poderá ter maior ou menor dificuldade de se ver como homossexual e se aceitar ao longo da adolescência e juventude.
A grande maioria dos pais que são gays vivenciou um casamento heterossexual com a mulher por quem se apaixonou na juventude e com quem teve seus filhos biológicos. Um pequeno número é pai via adoção, mas ele em geral também trás em sua história de vida relacionamentos com mulheres no início da juventude, já que era o esperado de um menino para ele ser homem.
Quando um homem se percebe atraído e homoafetivamente interessado por outro homem, ele passa por importantes decisões e transformações internas. Ele precisa refazer a imagem que tem de si mesmo como homem e pai, que até então estavam delimitadas e definidas por regras heterossexuais apenas. Ele deve enfrentar o processo de se aceitar, se assumir e decidir se revela ou não – e para quem – sua homoafetividade.
A homossexualidade emerge como possibilidade consciente de orientação sexual após a adolescência – entre adolescência e adulto jovem, depois de viver aquelas inseguranças sobre sua própria sexualidade – e isso acontece na juventude. Em muitas pessoas até mesmo mais tardiamente, na idade adulta. A família, esposa, filhos, familiares, amigos, a sociedade enfim não aceita, não entende que a homossexualidade não é uma ofensa à eles, ou que sua expressão mais tardia não é uma simples covardia de alguém que demorou muito para se aceitar um gay. Ou ainda, que é comum ouvirmos, a homossexualidade não é uma expressão degenerada e doentia da sexualidade depravada de um homem que desistiu de ser um bom pai e bom marido.
Nosso trabalho com os pais gays tem se mostrado uma importante ferramenta que lhes dá suporte para que se aceitem e superem esses conflitos, como podemos perceber no relato a seguir.
“André” (42 anos, filha 17 anos; filho 11 anos) está há mais de quatro anos afastado dos filhos que moram com a ex-mulher em outra cidade. Seu relato nos revela que existe sim um grande investimento pessoal para se assumir um homem pai e gay.
‘”…A energia das nossas atitudes e intenções é a que nos movimenta vetorialmente em direção daquilo que desejamos e/ou merecemos. A despeito de milhões de processos, argumentos, provas falsas que demoraram para serem desmentidas, audiências, o que vai valer no final é o sentimento que moveu e move cada um dos envolvidos (incluo as crianças)… Fui acusado de espancar meus filhos, de trancá-los sem comida e subliminarmente até mesmo de os expor sexualmente…isso foi há 4 anos e após perícias psicológicas e sociais, com horas e horas de terapia judicial, com testes para todo tipo de psicopata, além de visita de assistente social em minha casa, abrindo geladeira e armários, concluíram que eu era um grande pai…”
Percebemos através desse depoimento que existe uma recompensa, que é viver com a certeza de quem você é com a sua própria verdade; ser um gay não inviabiliza ser de fato um grande pai. Entendemos que há que se ter muita coragem para enfrentar o sofrimento de processos destrutivos que duram anos sem sucumbir; hoje André vive com um companheiro, trabalha muito e está assumindo uma profissão nova e gratificante, paralela à que até hoje exerce. Apesar da mágoa de não ter os filhos perto de si, consegue se ver como um vencedor; sente orgulho por ter tido coragem de se assumir, de ser quem é, mas também espera que o tempo traga de volta a verdade e a justiça que os filhos hão de conhecer.
Nem sempre existem conflitos graves por parte da família – esposa e filhos – quando um homem e pai assume sua homoafetividade. Mas geralmente é um processo complexo principalmente se esse “se assumir” foi antecedido por muitos anos de silêncio, de medos e segredos. É sempre difícil um homem e pai se perceber, se aceitar e se assumir como gay, viver abertamente um relacionamento homoafetivo; ele tem receio de que sua homoafetividade traga problemas para os filhos, já que sem dúvida vivemos numa sociedade intolerante às diferenças e à diversidade.
Dependendo da cultura, crenças, valores morais, familiares e religiosos esse processo todo pode ser menos sofrido ou mais facilitado. Algumas religiões, bem sabemos, pregam que homossexualidade é pecado, que é doença; para algumas famílias o apego aos valores tradicionalistas, sexistas e heterossexistas de família também afastam, ou dificultam aceitar o que é diferente, outras formas de família e a paternidade não heterossexual. Enfim, depende muito de como as relações culturais, sociais, profissionais, familiares e pessoais estão organizadas para um homem pai e gay se aceitar, se assumir e viver plenamente sua própria verdade.
O que observamos em absolutamente todas as histórias de vida que chegam a nós é que é sempre um grande alívio quando a verdade sobre a própria homoafetividade pode ser tratada de forma natural, assumida pelo homem que é pai e gay; ou seja, quando ele mesmo se aceita. Esse é o começo do processo de se assumir para então decidir se deve ou não revelar a homoafetividade para outros que merecem saber sobre essa particularidade, como alguns amigos, familiares, a mãe dos filhos e os filhos. Veja oportunamente na sessão revelação da homoafetividade algumas dicas de como isso pode ser feito.
'Assumir que sou gay fez bem à carreira', diz Ricky Martin
Ele revelou, em entrevista a Álvaro Pereira Júnior, que se sentia atraído por homens desde a época dos Menudos. E revelou que vai contar aos filhos a verdade quando eles perguntarem sobre a mãe.
O Fantástico conversou com um ídolo pop. Um ídolo muito sincero, que não esconde mais nada: Ricky Martin.
No ano passado, ele revelou que era gay. E, agora, lança seu primeiro disco e faz sua primeira turnê nessa nova fase da vida: pai de dois meninos e quase quarentão. Ele falou com exclusividade para o Fantástico, em Miami Beach.
Dos 12 aos 17 anos, o cantor Ricky Martin fez parte do grupo Menudo. Na década de 80, eles enlouqueciam as meninas no mundo todo, principalmente as brasileiras. Em seu maior sucesso, a banda dizia para as pessoas não se reprimirem.
Mas, veja a ironia, Ricky Martin, até o ano passado, fez exatamente o contrário: passou a vida se reprimindo.
Até que, em março de 2010, escreveu uma mensagem em sua página na internet: "Tenho o orgulho de dizer que sou um homossexual feliz”.
Agora, surge um novo Ricky Martin, pai de dois meninos gêmeos, mais livre, mais solto, de disco novo e nova turnê mundial. O Fantástico foi até Miami Beach para falar com ele.
Vai começar a entrevista com o Ricky Martin, a equipe do Fantástico está num quarto de hotel, e é assim que funciona: têm emissoras do mundo inteiro, eles vão chamando uma por vez, e cada uma faz sua entrevista exclusiva com o Ricky. Está tudo montado em um quarto.
Ricky é conhecido pela simpatia e, diante da equipe do Fantástico, justifica a fama. Ele arrisca no português: “E aí, Brasil, tudo bom? Beleza!”. O repórter pergunta o que mudou na carreira, quase um ano depois de ele revelar que é gay.
Ricky pensa um pouco, respira fundo, e manda: "É importante frisar que o fato de eu ter dito que sou gay não teve nada a ver com a minha carreira".
"Foi uma necessidade minha, de enfrentar a vida com dignidade. Por sorte, foi excelente para minha carreira. O público tem me apoiado muito e a imprensa tem sido muito respeitosa", diz.
Como, no Brasil, Ricky Martin é sinônimo de Menudo, o Fantástico pergunta se, naquela época, ele já se sentia, não gay, mas pelo menos diferente.
"Entrei pra banda quando tinha 12 anos", ele lembra, "e bem antes disso eu já sentia uma atração, uma química, pelo mesmo sexo. A única coisa é que não sabia que nome dar para aquilo".
"Era um conflito interno, muito intenso”, continua Ricky. “Eu pensava: ‘eu sinto essas coisas, será que vou para o inferno?’. Eu era um jovem símbolo sexual e tinha de fazer certas coisas pra que as garotas se sentissem atraídas por mim", revela.
O Fantástico pergunta: “E como era com o pessoal da banda, será que eles sabiam?”. “Provavelmente sim. Agora, pelo menos, vários deles andam dizendo que sabiam. Sei, sei, agora é fácil falar. Mas, olha, a banda era ótima. Minha experiência no Menudo foi maravilhosa e respeito todos eles", diz Ricky, fugindo de polêmicas.
Aliás, fugir de polêmicas é a marca da autobiografia de Ricky, lançada no ano passado. Ao contrário de outras biografias recentes de astros pop, que contam tudo e mais um pouco, a de Ricky não revela nada escandaloso.
Álcool e drogas, personagens principais de tantas histórias do show business, nem aparecem na obra de Ricky. Por quê?
"Olha”, diz o cantor, "nem vinho eu bebo. Sempre fui muito concentrado no trabalho. Claro, fui adolescente, era de balada e balada forte. Mas, no meu livro, optei por falar de minha jornada espiritual”.
De todas as jornadas espirituais de que Ricky tanto fala, a de que ele mais gosta de citar é citar a experiência de ser pai. Os meninos gêmeos, Valentino e Matteo, têm dois anos.
Ele explica que os óvulos vieram de uma doadora, foram fertilizados em laboratório e depois implantados em uma segunda mulher.
Ricky afirma que nunca se encontrou com nenhuma das duas. Mesmo com esse processo cercado de tanto segredo, ele diz: "Ser pai foi a jornada mais maravilhosa por que já passei".
Ricky é pai solteiro. O que ele vai dizer quando os meninos começarem a perguntar quem é a mãe?
"Bom, isso só vai acontecer quando eles tiverem cinco, seis, sete anos", afirma o cantor. "Agora, só têm dois. O importante é expor as crianças à verdade de forma natural, mostrar que não há nada de errado com nossa família. Somos apenas uma família moderna", ele diz.
O Fantástico pergunta se um dia os meninos podem ter dois pais, quando Ricky tiver um relacionamento estável. Ele responde que está namorando firme, mas que as crianças têm de saber: “o pai sou eu!”, brinca.
No papo de despedida, ele fica até arrepiado só de pensar em passar o Carnaval na Bahia, atendendo ao convite da amiga Claudia Leitte.
Mas ele ainda não sabe se vai, porque estará se preparando pra turnê mundial, que começa em março e passa pelo Brasil no segundo semestre.
As fãs e os fãs brasileiros ficam na torcida!
"Em falar em atitude, a Cantora Claudia Leitte é amiga do cara aí de cima, além de ser fã dele... Os dois são muito guerreiros, conheço a Cláudia pessoalmente e sei da força e ousadia que ela tem para lutar pelo que é importante na vida dela, sei da dedicação que ela tem como mãe, esposa e artista".
Bello Paes
A Cláudia Leitte é uma mulher simplesmente fenomenal. E para quem disse que ela tinha algum tipo de preconceito com o público gay, está mais do que provado que isso é intriga da oposição. Pelo amor de Deus!!! A Claudinha é amada nesse país inteiro por todos, trata a todos da mesma forma!!! Conheço ela e o esposo, o Márcio Pedreira, que tem o coração enorme, educado e um maridão para nossa Claudinha. Quanto ao sucesso e a possivel parceria com Rick Martin, aguardem! O mês de março reserva muitas surpresas!!! Rick Martin já está confirmado em eventos em parceria com a contora Cláudia Leitte.
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Praticamente não há mais espaço para retorno, a última saída já se foi, não há como caminhar para trás.
É possivel sim, conseguir juntar o que está errado com o que poderá ser feito e surgir dessa combinação um resultado diferente vislumbrando o futuro. Hoje, sou homossexual assumido. Continuo sendo respeita por todos, com minhas responsabilidades, meus afetos, minhas admirações, meus trunfos, fracassos e continuo errando, pois sou imperfeito. Há quem se ache acima do bem e do mal em todos os sentidos, há quem cause contenda, há quem seja um anjo de luz na sua frente e por de trás o ataque com o golpe mais violento. Isso não é encenação, é real, e pode estar acontecendo nesse momento, agora, com as pessoas que você julga importantes, e o pior, dentro da sua familia.
Ser Homossexual faz da vida algo tão natural quanto o dia do seu nascimento, em que sua cartela de pontos negativos e positivos estava zerada. Novamente meus queridos, faz parte correr esse risco, pois as pessoas que te golpeiam hoje, terão o seu "cozido" muito bem preparado para saborearem amanhã. Tomara que não estejamos por perto para vermos a queda fatal desse ser sórdido e inebriante, que antes, você chamava de "minha familia".