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segunda-feira, 3 de junho de 2013

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37% dos brasileiros não aceitariam ter um filho homossexual, diz pesquisa

Levantamento do Data Popular, divulgado nesta sexta-feira (31), ouviu 1.264 pessoas de cem cidades em todas as regiões do país nos três primeiros meses deste ano




Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular diz que 37% dos brasileiros não aceitariam ter um filho ou filha homossexual. O resultado do levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (31). 
O índice de rejeição é dez pontos porcentuais menor do que o daquelas que aceitariam se o seu filho ou filha se declarasse gay (47%). A taxa de rejeição, no entanto, ainda é considerada alta pelo Instituto. Ela é superior entre os homens – 45% disseram que não aceitariam um(a) filho(a) homossexual – e entre as pessoas com mais de 50 anos – 46% rejeitariam seus filhos.
O Insituto perguntou "Você aceitaria numa boa ter um(a) filho(a) homossexual?" a 1.264 brasileiros de cem cidades em todas as regiões do país. O levantamento foi feito nos três primeiros meses deste ano.
Apenas entre os mais jovens, com idades entre 16 e 34 anos, a resposta positiva foi dada por mais de 50% dos entrevistados.
O estudo aponta ainda uma divisão em relação à opinião sobre os direitos dos casais de pessoas do mesmo sexo. 42% concordam e 38% discordam que casais homossexuais tenham acesso aos mesmo direitos que aqueles considerados "casais tradicionais".
Segundo dados preliminares do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de 60 mil casais homossexuais. A pesquisa é anterior à regulamentação do casamento gay no país, aprovada em uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no último dia 14 de maio.  
Parada Gay
São Paulo vai sediar neste domingo (2) a 17º Parada do Orgulho LGTB, a partir das 12h, na Avenida Paulista. O tema deste ano será "Para o Armário Nunca Mais, União e Conscientização" e tem o objetivo é alertar para os retrocessos em relação às conquistas da comunidade gay. Neste ano, a Parada Gay vai voltar a ganhar a noite neste ano com um show de encerramento na Praça da República, na região central. A apresentação vai começar às 18h30 e acabar às 21h30. A principal atração será a vencedora da primeira temporada do reality show The Voice Brasil, da TV Globo, no ano passado, Ellen Oléria. A cantora levou a namorada para apresentação no programa. 
A concentração para o evento na Avenida Paulista começa às 10h e causará interdições na região da Paulista e da Praça da República. Por causa da realização da Parada, a ciclofaixa de lazer não será ativada na Paulista.

terça-feira, 28 de maio de 2013

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Respeito e gratidão!!! Amar é simplesmente isso!!!!!!!!

O amor é nada mais que isso: respeito e gratidão!!!

Belíssimo vídeo que vale a pena ser visto. Emocionante demais e faço questão de compartilhar com todos vocês.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

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"Não dava para viver de outra maneira", diz Daniela Mercury; assista


O encontro com Daniela Mercury, 47, e a jornalista Malu Verçosa, 37, casal icônico da militância gay brasileira, havia sido marcado para as 18h30 da quarta-feira, no espaçoso casarão da cantora no Parque Costa Verde, condomínio de luxo situado nas bordas de Salvador, onde sopra a brisa do mar.

Duas horas depois Daniela aparece com um microvestido para a conversa. "Ela é a curva do rio, só pra sair do quarto leva 40 minutos", diz Malu ao repórter Morris Kachani. A cantora havia passado base nas pernas, por isso hesitou em se sentar no sofá para não manchá-lo (um lençol foi providenciado).

Daniela vai logo dizendo que o casal está vivendo "aquela fase insuportável" da paixão. "Você fica nua, em carne viva. A relação está se criando, então tudo é negociado. Não sabia que poderia amar alguém com tanta intensidade", afirma.

Malu diz, diante de uma Daniela de olhos marejados: "Ela é generosa, brava, mas boba --aquele tipo que se você fizer 'bu', chora. Daniela devaneia, viaja. É forte e é guerreira. Uma mulher da porra, como se diz por aqui".

A namorada da cantora é editora-chefe do programa de notícias regional da TV Globo. Formou-se em jornalismo na Fiam, em São Paulo, onde viveu por dez anos, tendo trabalhado também no SBT e na Record.

FONTE -> Folha de S.Paulo


sábado, 6 de abril de 2013

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'É como queimar sutiãs', diz Daniela após casamento com uma jornalista


Ao G1, cantora falou sobre relacionamento com a jornalista Malu Verçosa. Ela comenta que o ato também é político e fala sobre outras relações gays.



A cantora Daniela Mercury conversou com o G1 pela internet sobre a publicação da foto nas redes sociais em que assume relacionamento com a jornalista baiana Malu Verçosa. “'Isso é simplesmente uma atitude de dignidade e usufruir do nosso direito de viver como todas as outras pessoas. Eu quis lidar como eu lido com as outras relações. A gente não se casou de papel passado, mas a gente tem alianças nas mãos, alianças no coração e vamos, a partir de agora, viver uma vida juntas”, disse a cantora nesta sexta-feira (5), em entrevista concedida em Lisboa, Portugal, onde apresenta shows do disco "Canibália-Ritmos do Brasil".

"É o único jeito de lidar com tranquilidade, de não se deixar passar por preconceito, nem deixar de viver com dignidade, com minha liberdade individual", complementa a artista, considerada rainha da axé music, sobre suas motivações em assumir o relacionamento neste momento da vida e da carreira. A cantora revela estar apaixonada e viver uma vida de casada. Apesar da abertura, Daniela mostra preocupação com a privacidade. "Eu não tenho costume de expor minha vida íntima. Eu sou uma artista há muitos anos e a minha arte é que importa", esclarece.
Ela contou como foi o momento que decidiu compartilhar junto com Malu a foto das duas juntas por meio do Instagram. “Não foi fácil, deu um bom frio na barriga, uma sensação de estar se expondo, de não saber se era aquele o caminho certo, tínhamos dúvidas se a gente tinha que tomar uma atitude tão radical, mas não víamos como ser de outra maneira”, revela. "É um alívio, uma sensação de liberdade, de dignidade, que nos fez nos amarmos ainda mais e estarmos convictas de que era isso que tinha que ser feito", disse, emocionada.
Para Daniela, fazer a publicação  foi uma forma de evitar sucessivas explicações sobre a aliança que está usando no dedo. “Ficaria uma situação de ter que explicitar a relação ou então a sensação de que estamos escondidas ou alguma coisa assim. Então, foi o jeito de lidar com tranquilidade, de não se deixar passar por preconceito, nem deixar de viver com dignidade e com liberdade, sem eu ter que ficar explicando toda hora que é minha mulher”, conta.
Daniela garante que a revelação não foi uma resposta direta às declarações do pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, mas ela assume que as polêmicas tiveram um peso na decisão.
“Sabíamos que nosso comunicado iria ser também um manifesto de altivez e que ia ajudar politicamente a dar um bom recado para o Feliciano. Isso só nos fez ter mais certeza de que era isso que tinha que ser feito, mas não foi o motivo que nos levou a isso. Essa nossa atitude afirma que o Feliciano está errado. Como cidadã brasileira eu estou aproveitando e dando meu recado sobre a presidência da comissão”, diz.
Repercussão
Daniela conta que, apesar de estar em viagem para a turnê, acompanhou as notícias sobre sua decisão não apenas no Brasil, como em vários outros países. Ela também cita a grande repercussão nas redes sociais. "O número de curtições no Instagram foi completamente fora do normal, com 11 mil novos seguidores no mesmo dia. A gente ficou acompanhando se as pessoas tinham entendido que era um ato de dignidade”. Daniela diz que as repercussões negativas não chegaram até ela.

Sendo uma ativista social, a artista afirma que poderá se engajar em campanhas pelos direitos LGBT´s, mas que a revelação para fãs e todo o restante da sociedade representa um ato de libertação pessoal.
“Talvez me tornando um ícone de afirmação desse direito, eu naturalmente vou ser convidada a fazer algumas ações em defesa desses direitos. Estar fazendo o que nós estamos fazendo, saindo na rua com dignidade, uma do lado da outra, podendo não ter dúvidas de que somos casadas, está sendo um ato político equivalente a muitos outros momentos da história, como queimar sutiãs e se assumir divorciadas", afirma.
Homossexualidade
Daniela Mercury conta que não esperava ter atrações por pessoas do mesmo sexo, mas que isso já ocorria há alguns anos. “Isso não aconteceu agora. Aconteceu há alguns anos atrás e foi uma surpresa para mim. Eu não paquerava mulheres nem tinha pensado que algum dia ia me sentir atraída por uma mulher”, conta.

"Vivi alguns relacionamentos com mulheres, mas rapidamente, e, quando isso se tornou algo importante a ponto de se tornar uma relação de esposa, eu achei que isso tinha que ser claro", comenta.
Na família, as reações foram positivas, diz a artista. Ela lembra as palavras do pai, quando soube da notícia de relacionamento com Malu nas redes sociais. “Você, minha filha, sempre me surpreende. Tenho muito orgulho de você, você sempre me traz surpresas. Você sempre me faz abrir algum horizonte que eu não estava esperando aprender nessa vida”, conta.
Também os filhos aceitaram bem a mudança na vida da mãe. “Tudo sempre foi muito claro na minha vida e eles sabiam que eu tinha tido relações antes com outras mulheres”, conta.
FONTE - G1

quarta-feira, 3 de abril de 2013

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Daniela Mercury assume relacionamento com mulher: "Malu agora é minha esposa"

A cantora Daniela Mercury está apaixonada. A cantora, que se separou recentemente, publicou uma foto sua ao lado da nova mulher nesta quarta-feira (3) em sua página no Instagram e escreveu na legenda:


"Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar", escreveu.

Malu Veçosa é jornalista e em seu perfil no Twitter se descreve como "editora-chefe da TV Bahia, apresentadora do CBN Salto-Alto, fotógrafa-aprendiz e feliz". Veçosa é ex-namorada da assessora de imprensa Fabiana Crato, que trabalhou com a cantora até o Carnaval deste ano.

Logo após a publicação da montagem, que tem imagens das duas usando alianças, os seguidores da cantora deixaram mensagens de apoio nos comentários da rede social: "Felicidades. Que essa nova família seja sempre de muito amor e respeito", escreveu o seguidor @dantasgardiman. O seguidor @samirmatos disse: "Sejam felizes, vc deu um tapa na cara de Feliciano e cia com luva de pelica, num momento importante que o Brasil vem passando, chega de retrocesso".
A assessoria de imprensa da cantora disse ao UOL que "não fala sobre sua vida pessoal", e que Mercury está em Portugal. O empresário da cantora afirmou ao UOL que "Ninguém fala em nome de Daniela, só ela própria. Ela chega na próxima semana da Europa e só ela pode falar".
Mercury confirmou em fevereiro deste ano que se separou do publicitário italiano Marco Scabia após três anos de união. Com o empresário, ela adotou três meninas: Ana Isabel, 2, Ana Alice, 10 e Márcia, 13. Após o fim da união, a estrela voltou a morar em Salvador. A cantora também é mãe de Giovana, 25, e Gabriel, 26, frutos de seu primeiro casamento, com Zalther Povoas.
Procurado pelo UOL, Marco Scabia afirmou, através de sua assessoria de imprensa, que prefere não se pronunciar sobre o novo relacionamento de Daniela. A assessora do publicitário disse que "ele tem uma relação muito bacana com Daniela, com quem tem três filhas maravilhosas".
Fonte - UOL

sexta-feira, 1 de junho de 2012

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Para Glória Pires, legado de arquiteta supera questão gay em "Flores Raras"


O diretor Bruno Barreto entre as atrizes Gloria Pires e Miranda Otto, de "Flores Raras" (31/5/12)


A atriz Glória Pires, que vai interpretar o papel da arquiteta Lota de Macedo Soares no filme "Flores Raras", de Bruno Barreto, acredita que o longa-metragem trará um mensagem de impacto sobre o legado de Lota e da poetisa Elisabeth Bishop, além do romance homossexual retratado nas telas.

“Espero que tenha um grande impacto. As pessoas veem na questão da homossexualidade um grande atrativo, mas o que está se discutindo é o que elas deixaram, sua obra (é de Lota o projeto do Parque do Flamengo)", disse a atriz, que participou de um encontro com a imprensa, na tarde desta quinta (31), ao lado do diretor Bruno Barreto, da produtora Paula Barreto e das atrizes Miranda Otto, que fará Bishop no filme, e Tracy Middendorf.

Gloria defendeu a ideia de que a história de amor deve ser vista de forma diferente. “Acho que todo preconceito vem da falta de conhecimento. Sempre que se faz um filme, é interessante que as pessoas vejam as coisas de outra forma e não fiquem preocupados com a opção sexual dos outros”, ponderou. No filme, a brasileira atuará em inglês, porque Lota e Elizabeth se comunicavam na língua materna da poetisa.

“Flores Raras” começa a ser rodado a partir do dia 11 de junho e terá locações na cidade do Rio de Janeiro, em Pedro do Rio, distrito de Petrópolis, e também em Nova Iorque e Veneza. Mas a conta do projeto ainda não fechou e pode faltar verba para finalizar o longa, que tem orçamento de R$ 13 milhões registrado na Ancine, segundo a produtora Paula Barreto. “Para botar o filme na lata são quase 11 milhões e ainda estão faltando R$ 2 mi para acabar as filmagens. Pela primeira vez, estamos começando um filme sem ter o dinheiro todo para colocar ele na lata, arriscando de ter que parar a filmagem no meio”.

A produtora afirmou que muitas empresas não querem atrelar a sua imagem a uma temática gay. “A gente não pensou que fosse passar por essa dificuldade (de captar recursos). Que história linda, poxa. Mas na hora de dar a resposta, dizem que fica difícil da gente atrelar a imagem da nossa empresa a este assunto... Alegam falando, mas textualmente não. O e-mail vem: 'parabéns pela iniciativa do projeto, sensacional, mas não vai dar para gente apoiar'. Se vai esperar que isso aconteça no século 21? Qual é o problema”, desabafou.

Amy Irving 'impedida' pela idade
A atriz norte-americana Amy Irving, ex-mulher de Bruno Barreto, foi peça importante para o diretor ter a ideia de levar a história de Bishop para o cinema, mas está fora da produção "devido a idade". "Foi ela (Amy) que me fez ver que nessa história tinha um filme. Minha mãe (Lucy) tem o direito desse livro desde 1995, e eu não achava que tinha um filme. Foi quando eu vi a Amy fazendo Elizabeth Bishop no monólogo da Marta Góes é que eu disse: ‘Ah, aí tem um filme’, contou Bruno ao UOL.

O principal impeditivo de Amy estar nesta produção foi a idade, de acordo com Bruno: “Era muito importante que a Bishop e a Lota tivessem a mesma idade. Existe uma diferença de dez anos entre a Amy e a Glória. A Glória foi a primeira a ser escalada e entrou no projeto antes de mim até, então ela deu o parâmetro".

 FONTE - Rodrigo Teixeira - UOL

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

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FORRÓ & GAY



Mais do que nunca os homossexuais gostam e curtem diversos estilos musicais dentre tantos o dance,  pagode, samba, rock, clássico, axé... e tem se revelado muito também voltados para o Forró, embora ainda não encontrem nas suas cidades casas, bares e boates voltados para esse ritmo atrelado a esse público.  Recentemente alguns empreendedores desse setor já estão procurando agradar esse público e não estão mais deixando esse ritmo ausente da noite com uma programação altamente eclética.

O forró surgiu na África com derivação do termo "forrobodó". Popularmente está ligado a expressão inglesa for all - para todos.

Infelizmente ainda não temos nas nossas cidades casas de forró gay e muitas casas noturnas pouco a pouco estão empregando o gênero na sua programação e assim buscando ser eclético e agradar a todos com mais esse atrativo.

Acredito que em meio ao dois pra lá e dois pra cá do arrastapé sempre há um espaço para uma conversinha romântica que faz aproximar mais do que nunca um rapaz com outro rapaz... ou uma moça com outra moça e ninguém vai terminar a noite sem seu par. Vale também para os casados relembrar seus tempos da paquera.

Bello Paes
@bellopaes

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

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'Meu público cresceu', diz Ricky Martin sobre revelação de que é gay

Em entrevista ao G1, ele falou sobre Claudia Leitte e shows no Brasil. Ricky disse
que o ex-menudo Robi,
que luta contra um câncer, está 'ótimo'

O cantor porto-riquenho Ricky Martin (Foto: Divulgação)

Mais de 3 milhões de seguidores no Twitter, shows com ingressos esgotados, um álbum e um livro que vendem bem... A carreira do cantor porto-riquenho Ricky Martin ganhou nova energia desde que ele anunciou publicamente, em 2010, que é gay.

Ele mesmo reconhece o fenômeno. “O público cresceu! Acho que é por causa da honestidade e da transparência. As pessoas querem isso”, disse Martin na tarde desta terça-feira (23) durante conversa por telefone com a reportagem do G1.

Ele falou sobre seu trabalho com a cantora brasileira Claudia Leitte e sobre os shows que faz no Brasil neste mês de agosto, parte da turnê "Musica + Alma + Sexo" (não descartou uma participação especial de Claudia).

O cantor se apresenta em São Paulo na próxima sexta (26, no Credicard Hall), no Rio de Janeiro (27, no Citibank Hall) e Porto Alegre (30, no Ginásio Gigantinho).

Martin também falou sobre o estado de saúde de seu ex-colega de Menudo Robi Draco, que luta contra um câncer. Confira a seguir a entrevista completa:

G1 - Acabei de saber do tremor em Virgínia. Tudo bem aí? Onde você está?
Ricky Martin -
Sim, estou bem. Estou em Miami agora. Aparentemente [o terremoto] foi sentido apenas em Nova York, Boston e na capital.

G1 - Certo. Para começar, queria saber por que você escolheu essas três palavras para batizar seu último álbum e a turnê: "música", "alma" e "sexo".
Ricky Martin - Acho que na minha vida, na vida de todo mundo, essas três palavras são importantes. Música, obviamente, porque está ao redor de todos nós. Alma, por sermos criaturas muito espirituais, então faz parte da gente. E sexo, bem... Somos seres-humanos sexuais! As pessoas vivem me perguntando: “Ricky, para que colocar ‘sexo’ no título?” E eu respondo, oras, por que não? Muita gente tem medo dessa palavra, quando é algo muito natural, você não acha?

G1 - É, acho que sim...
Ricky Martin - Se a outra palavra fosse "vida", ficaria chato demais.

G1 - Você acha que, desde que você se revelou homossexual, seu público mudou?
Ricky Martin - Acho que sim. O público cresceu! É incrível, ficou ainda melhor. Tenho esse público legal e honesto. É muito espontâneo. A idade da plateia agora vai de 13 a 60 anos. [Risos] Ficou muito livre, eu falo isso para todo o mundo. Depois que falei que sou gay, minha conta no Twitter cresceu em 3 milhões de seguidores. Acho que é por causa da honestidade e da transparência. As pessoas querem isso. Os ingressos para meus shows estão esgotados, o álbum vende bem, meu livro também... Estou muito feliz.


Ricky Martin se apresenta em festival na Suíça (Foto: Reuters/Valentin Flaurau) 

G1 - Estava lendo sua autobiografia, 'Eu', e notei que você cita com alguma frequência frases de Mahatma Gandhi. Você se considera espiritualizado? Como isso interfere na sua carreira, no que se ouve nos álbuns?
Ricky Martin - Acho que esse é o tipo de coisa da qual você pode correr, mas não pode se esconder. Por muitos anos trabalhei muito e houve um momento da minha vida que falei: “Quer saber? Dê um tempo! Pare, vá viajar e encontre a si mesmo”. Acho que tirar um tempo para respirar e fazer perguntas sobre si num momento de solidão é muito saudável. E obviamente, quando você tem esse momento de silêncio, tudo ao redor muda. Muda o jeito que você faz música, que se apresenta no palco, como você lida com sua família...

G1 - Recentemente você escreveu no seu Twitter um trecho da letra do grupo brasileiro de axé É o Tchan. Gosta da música deles?
Ricky Martin - [Risos] Escuta, eu sei que é um grupo muito famoso, e que a música é famosa também. Eu gosto da música brasileira, e foi engraçado, porque eu estava filmando o clipe com Claudia e disse a ela: gostaria de deixar meu português perfeito. E comecei a tuitar um monte de coisa que ela dizia. Mas conheço o É o Tchan sim, claro!

G1 - Foi noticiado na imprensa que seu ex-colega no Menudo Robi Draco está lutando contra um câncer há alguns meses. Vocês mantêm contato, ainda se falam?
Ricky Martin - Qualquer um que mexa com Robi Draco mexe comigo. Nesse momento ele está cercado por amor, não só pela família, mas por milhares de pessoas que estão rezando por ele. Ele está ótimo.

G1 - Você gravou com a cantora brasileira Claudia Leitte em seu último álbum. Como foi trabalhar com ela?
Ricky Martin - A Claudia é tão legal... Enérgica, uma mulher muito forte, sexy. Ela não usa máscaras, é o que você vê. E isso é muito importante para um artista hoje em dia. O público procura honestidade, e a Cláudia tem exatamente isso.


Ricky elogiou a cantora brasileira Claudia Leitte (Foto: Divulgação)

G1 - Alguma chance de ela subir ao palco durante seus shows aqui no Brasil?
Ricky Martin - Bem... É... Eu não sei! Farei isso acontecer num futuro próximo. As possibilidades estão sempre abertas.

G1 - Fiquei sabendo que ela te convidou para vir ao Carnaval brasileiro.
Ricky Martin - O problema é que se eu for ao Carnaval, nunca mais vou sair do Brasil. Teria que pedir cidadania brasileira! [Risos] Vou tentar ir no ano que vem, mas na mesma época estarei em Nova York ensaiando para um espetáculo na Broadway. Então vai ser meio difícil. Mas vou tentar.

G1 - Que espetáculo é esse?
Ricky Martin - Estamos revivendo “Evita” pela 1º vez em décadas. Estou feliz em voltar ao teatro. Fiquei longe por 12 anos, um pouco mais. A última vez que fiz Broadway foi em “Os miseráveis”, e foi lindo. Por isso quis voltar.

FONTE - G1.globo.com

sexta-feira, 22 de julho de 2011

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Agressão homofóbica a Xicão será exibida nos dias 22 e 23 de julho

Primeira agressão violenta e homofóbica de Insensato Coração já foi gravada e vai ao ar dia 22 de julho


Marcio Alvarez, o Marcos de Insensato Coração: surra em Xicão

Foram gravadas nesta quinta-feira, 14, as cenas de agressão ao Xicão, o atendente gay do quiosque da Sueli em Insensato Coração. As cenas contam com a participação de Vinicius Amaral (Thiago Martins) e Marcos (Marcio Alavrez). Roni (Leonardo Miggiorin) salva Xicão da morte com a ajuda de uma pedrada. Além da agresão físicas, os pit boys vão agredir verbalmente a vítima. A cena irá finalizar o capítulo do dia 22 de julho e voltará no capítulo do dia 23.

Agressor

Todas as desconfianças sobre quem é o agressor dos gays vão recair sobre o personagem de Thiago Martins, o Vinicius, já que ele aparecerá com um machucado na testa logo depois da agressão a Xicão (justamente onde Roni acerta uma pedrada). Mas nem Xicão nem Roni conseguirão se lembrar dos agressores.

Dona do quiosque, Sueli passa a se preocupar com seus clientes e procurará a polícia. Mas o delegado fará pouco caso da denúncia. Sueli então vai atrás do jornalista Kleber (Casio Gabus Mendes), para que ele denuncie o caso em seu blog. Mas o jornalista a princípio resiste a ajudar no caso.

Logo em seguida acontecerá a morte do personagem intepretado por Miguel Roncato. Ele também estará em torno do quiosque de Sueli e vai ser assassinado a pauladas.

FONTE - Mix Brasil
Por - Nicolas Contatto

terça-feira, 19 de julho de 2011

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HOMOFOBIA em INSENSATO CORAÇÃO



A novela das 21h da Rede Globo, Insensato Coração, está tratando a questão da homofobia de maneira exemplar com diversas cenas que mostra atitudes homofóbicas e drásticas de alguns personagens. Em contrapartida, no mesmo diálogo, outros personagens tentam explicar o assunto e mostrar o quanto a homofobia é um gesto anti-social e que para vivermos em comunidade hoje em dia, mais do que nunca, precisamos respeitar o outro como ele é e entender que "ser gay" não mede e não qualifica o homem no seu caráter. Gilberto Braga e Ricardo Linhares, autores da obra, estão dando um exemplo de civilidade ao abordar o assunto com tamanha sensibilidade e informação (que é o que falta para muitos ignorantes). Parabéns também a direção geral da trama, Dênnis Carvalho e Vinicius Coimbra.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

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"... São homossexuais, bissexuais, tudo está valendo” THIAGO LACERDA


Na estréia carioca da peça “Calígula”, no Teatro SESC Ginástico, desta quinta-feira, 29, o galã Thiago Lacerda protagonizou um beijo gay com o ator Pedro Henrique Moutinho. Na história, Thiago é o imperador Calígula que, entre muitas histórias, beija um poeta apaixonado.

Sobre a peça, cuja direção é de Gabriel Villela, o ator afirma que a intenção é lutar contra o preconceito, principalmente por Calígula se passar em um período em que a sexualidade não está definida ou padronizada. “O preconceito de cara é um tema que devemos lutar contra. Não cabe mais, em pleno século 21, esse tipo de conduta. A história se passa numa Roma que não tem a sexualidade definida ou padronizada. São homossexuais, bissexuais, tudo está valendo”, declarou.

Segundo ele, o texto sobre a peça sofreu preconceito. “Sou de uma geração que via o Calígula como um personagem da pornografia, e isso não é verdade. Falamos de uma forma mais intelectual sobre esse perfil e abordamos questões sociais.”

Para a caracterização do personagem, Thiago fez um processo de clareamento nos cabelos. “Queria dar uma clareada. Achei que o imperador precisava ser mais iluminado”, disse.

Fonte: Portal UOL
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Escultura pornô com Bolsonaro vira patrimônio de fundação gay em NY



Mais um ponto a favor da arte e contra a imbecilidade de certos políticos. A escultura "Bolsonaros Sex Party", criada pelo artista plástico brasileiro Fernando Carpaneda, acaba de ser adquirida pela The Leslie Lohman Gay Art Foundation. A obra passa a integrar o acervo permanente da fundação. Carpaneda, além de artista plástico, é escritor e também autor do livro "Anjo de Butes".

"Acho que, da mesma forma que o Jair Bolsonaro tem direito garantido e imunidade parlamentar para ir à televisão brasileira falar mal de gays e negros, eu, como brasileiro, também tenho o direito de me expressar em público sobre o Jair Bolsonaro", disse Carpaneda recentemente.

"Quero que ele se sinta constrangido ao ser visto retratado praticando sexo oral e anal. Assim, sentirá na pele o que é ter sua intimidade transformada em alvo de piada".

A obra mostra exatamente uma orgia, com uma representação de Jair Bolsonaro em meio à suruba. A escultura também aproveita para criticar as campanhas homofóbicas que surgem no mundo, como a "God Hates Fags" (Deus Odeia as Bichas).

Agora, a "Bolsonaros Sex Party" ficará exposta ao lado de obras de mestres da arte moderna e gay, como Andy Warhol, Keith Haring e Robert Mapplethorpe. Com isso, Bolsonaro conseguiu justamente aquilo que ele não queria: ficará para sempre associado à questão gay, e nos EUA - fora do Brasil.

"Seja viado, seja herói!", brada Carpaneda, citando a famosa frase "Seja marginal, seja herói", criada pelo artista brasileiro Hélio Oiticica (1937-1980) nos anos 60.

Por: Vírgula.com.br
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Ao comemorar absolvição de pai, filho de Bolsonaro manda "viadada chupar"



Após saber da absolvição do pai pela Comissão de Ética da Câmara, o filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), o vereador Carlos Bolsonaro (PP-RJ), foi ao Twitter comemorar com a seguinte frase: "Chuuuuuupa viadada. Viva a liberdade de expressão. Parabéns Brasil!".

O filho de Bolsonaro declarou que "eles (LGBT) estão chupando dedo. O que queriam não conseguiram, que era impor a ditadura do que eles acham que é democracia". Segundo o vereador, a comunidade LGBT quer impor pensamento único, onde quem pensa diferente "é homofóbico".

Carlos Bolsonaro declarou ainda que vai responder sempre na "mesma moeda todas as acusações que sofrer". E como todos os políticos contrários aos direitos LGBT, o vereador disse que "não vê problema de a pessoa ser gay", mas que políticos como ele, que são contra leis pró-comunidade gay, são "perseguidos".

O parlamentar também se referiu ao deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e disse que ele tem uma tara pelo seu pai. "O Jean Wyllys disse hoje (quarta-feira, 29) que qualquer um pode chamá-lo de viado, menos eu. O problema deles é conosco. Eles têm alguma tara com Bolsonaro que não sei qual é, mas eles não vão conseguir nos calar porque eu represento a maioria da população brasileira", disse o vereador.

Fonte: Vírgula.com.br

segunda-feira, 4 de julho de 2011

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Casal gay de Itapetininga ganha a guarda de cinco crianças


Após três anos de espera, um casal de gay de Itapetininga (SP), que estava na fila de espera do Cadastro Nacional de Adoção, conseguiu a guarda definitiva não só de uma, mas de cinco crianças, todos irmãos.

De acordo com o juiz Josimar de Miranda Andrade, o casal já tinha a guarda temporária das crianças, com quem passou o último Natal. Antes de autorizar a adoção, uma equipe de profissionais encomendados pelo juiz acompanhou a situação e a convivência da família. "Nunca tivemos uma informação desagradável. Depois que o Supremo decidiu, não tive mais por que negar a adoção. Estamos dando uma oportunidade a essas crianças de ter um lar e uma vida", afirmou o magistrado.

Os pais biológicos das crianças, que têm entre quatro e dez anos, concordaram com a adoção e admitiram problemas com bebidas alcoólicas. As crianças terão acompanhamento psicológico e já ganharam novos documentos com o sobrenome dos pais adotivos.

FONTE - Portal UOL
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"Odiava quando tentavam obrigar-me a assumir-me" - RICKY MARTIN



Ricky Martin apresenta aos europeus uma tourné cheia de ritmo e erotismo. O cantor, que já atuou em Lisboa, passa agora por Londres. Na antecipação ao concerto em terras britânicas, Martin falou com a imprensa do país e não fugiu às questões sobre a sua vida pessoal.

Admite que se sente mais feliz desde que assumiu a homossexualidade, mas diz que, antes de ter ganho coragem para tal, odiava quando o tentavam obrigar a sair do armário.

"Para a sua primeira entrevista a um jornal britânico desde o seu anúncio, encontramo-nos na suite de um hotel em Madrid, onde em que ele é quente e aberto, só abraços, tal como é todo o seu grupo de apoio formado por família e amigos de longa data. Quando questionado se se sente tão eufórico como se sentia quando escreveu o livro [autobiografia], ele estende-se no sofá e começa a passar constantemente as mãos pelo peito. É a pessoa fisicamente mais expansiva que alguma vez entrevistei", descreve a repórter do The Guardian.

O cantor responde que se sente "mais livre" e em contato com ele próprio. E repentinamente adota um ar mais sério para garantir que se sente protegido, que não se sente só e que tem sido apoiado por uma "comunidade fantástica" de LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e simpatizantes.

Durante anos Ricky Martin foi visado por rumores sobre a sua sexualidade, que se transformaram em perguntas e insinuações por parte da imprensa. O The Guardian lembra o incidente no qual a veterana jornalista Barbara Walters, numa entrevista há 11 anos para um especial sobre Óscares, importunou o cantor ao pressioná-lo a comentar os rumores. Walters admitiu entretanto que as perguntas foram "inapropriadas" e que aquele foi o pior momento em três décadas de entrevistas. E foi mais uma situação que teve o efeito contrário ao desejado, admite Ricky Martin: "Odiava quando as pessoas me tentavam obrigar a assumir-me quando ainda não estava preparado. Era bastante doloroso e até me afastava mais desse momento."

Por DN.pt

quinta-feira, 30 de junho de 2011

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Festival de cinema marca comemorações do Dia Mundial do Orgulho LGBT



A abertura oficial, nesta quinta-feira, da primeira edição do Rio Festival Gay de Cinema marca as comemorações, no Rio, do Dia Mundial do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), celebrado no último dia 28.

Durante o festival, que vai até 10 de julho, serão apresentados seis longas e 35 curtas-metragens brasileiros e estrangeiros, nos gêneros ficção e documentário. Participam filmes de 13 países. Do total, cinco longas e 28 curtas farão sua estreia no festival, que será aberto ao público amanhã (1º).

As exibições ocorrerão no Cine Odeon Petrobras e no Centro Cultural Justiça Federal. Os melhores filmes, escolhidos pelo público e por um júri, receberão o Troféu do Rio Festival Gay de Cinema 2011.

O presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel, disse à Agência Brasil que a entidade vê como “extremamente positivas todas as iniciativas que valorizem a diversidade cultural”. Destacou que diversidade consiste em trazer todos os filmes e visões que pessoas do mundo inteiro têm sobre a cultura.

“Portanto, a realização desse primeiro festival tem o sentido de permitir que se possa ter pluralidade de visão do cinema brasileiro e do cinema internacional disponível”. Rangel lembrou que em São Paulo já existe há alguns anos o Festival Mix da Diversidade Sexual e que o Rio Festival Gay de Cinema se soma a essa iniciativa. “É mais um festival que estimula o processo da reflexão cultural”, afirmou.

Para o produtor do festival, Julio Cesar Mello, a escolha do Rio para sediar o evento “tem tudo a ver”. Segundo ele, além de ser considerada porta de entrada do turismo estrangeiro no Brasil, a capital fluminense abriga muitas pessoas de mente aberta e ousadas. “O Rio de Janeiro é reconhecido internacionalmente por receber bem os turistas, incluindo os gays de todas as partes do mundo”, disse.

O festival abordará diversos temas relacionados ao público LGBT, com a finalidade de informar e esclarecer sobre questões ligadas à diversidade sexual. “Eles são pessoas normais, que têm filhos, trabalham, pagam impostos, são religiosos. Só que têm orientação sexual diferente”, acrescentou Mello.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, Cláudio Nascimento, disse que o Rio Festival Gay de Cinema “vai mostrar que gays, lésbicas e transexuais são pessoas comuns, cidadãos com sonhos e histórias de vida, com tropeços, sucessos”.

Coordenador do programa estadual Rio Sem Homofobia, Nascimento ressaltou a importância do festival “para trazer ao cotidiano o entendimento dessa luta”.

FONTE: Jornal do Brasil

terça-feira, 21 de junho de 2011

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RICKY MARTIN - The Best Thing About Me Is You



Parabéns Ricky Martin pela diversidade
retratada neste belíssimo vídeo.

Eu acredito no amor. Não importa se suas vestes de carne e osso ocupam o mesmo ambiente de gênero, ou seja, não importa se você é do mesmo sexo do que seu amor.

Existem tantos casais héteros que se amam, que não se amam,
que amam mal, que amam menos que o outro. Se o seu
amor for verdadeiro, não importa
como é o formato do corpo que esse amor
escolheu para viver. Nossos
corações são
iguaizinhos, todos os seres humanos têm o
mesmo coração, da mesma forma, apenas
de tamanhos diferentes. O amor não escolhe
hora, nem lugar... quem dirá um corpo! O que importa
é a alma e esta não tem gênero, não tem sexo, não tem cor.
Não importa com quantas pessoas na vida você
se depare, nao importa em quantos pedaços você
cortou seu coração ao longo da vida, não
importa quantas pessoas você beijou ou
quantas lágrimas derramou por um ou outro que passou
por você. O que importa é que um dia, chegará
um dia, e no seu caso, chegou... um dia em
que alguém entrou na sua vida e o fez amar
verdadeiramente, o fez sentir como se todos
os seus sofrimentos tinham sido recompensados.
Os gays e as mulheres
na minha opinião foram os que
mais evoluíram nesta escala de
séculos. Tem que ser muito
macho para assumir algo
que alguns desaprovam.
 Uma pessoa
que é
capaz
de
ultrapassar a
barreira
do preconceito
social e interior,
uma pessoa que cria
coragem para contar
para seus pais e seus amigos
aquilo que eles nunca esperavam,
uma pessoa que tem voz corajosa
para dizer tudo que muitos não
querem ver... É UMA PESSOA FORTE. Muito forte!!!
Como não ser forte ou verdadeiro ao que o
coração dessa pessoa sente?
Somos de dentro para fora e não o contrário.
Amor entre gays, amor hétero, amor
o que quer que inventem... mas o
amor entre pessoas do mesmo sexo é
um amor, acima de tudo, corajoso,
como o próprio amor. Acredito que os heteros 
não amem menos ou que tenham um
amor menos corajoso. Mas os héteros
não tem na vida a dificil e
admirável missão de derrubar barreiras
que a moral cristã
e a sociedade colocaram como
muro, impedindo através do medo
 e da vergonha os homosexuais de serem
o que não os faziam felizes.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

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AMAR NÃO É PECADO | Interpretada por LUAN SANTANA... Gay???


Luan Santana, mais novo fenômeno da música sertaneja na atualidade, parece que é um artista completo: canta (interpeta), compõe (embora esta música não seja dele), atua e acredito que por tantas qualificações deve também apresentar e faz tudo isso muito bem, com excelência em todos os quesitos. Ouvimos muitos falarem da sua orientação sexual em que acredita-se que ele também seja gay.

Verdade, ou mentira... não sabemos ao certo porque o artista ainda não veio a público declarar, afirmar ou assumir a sua orientação sexual, mas parece que agora mais do que nunca ele vem dando sinais reais da sua sexualidade ao interpretar uma de suas músicas de grande sucesso, "Amar não é pecado".

Esta canção parece que foi feita sob encomenda para ele e fala das suas dúvidas, dos medos, dos sofrimentos e das angústias em guardar um "segredo" por tanto tempo, mas que chegou o momento de todos saberem sem dar importância aos comentários alheios e que se dane o mundo... porque na verdade "amar não é pecado"!!!

Confira abaixo um vídeo da música acompanhado da letra em seguida.



AMAR NÃO É PECADO
Composição : Fred / Gustavo / Marco Aurélio / Márcia Araújo

Eu não sei, de onde vem, essa força que me leva pra você / Eu só sei que faz bem, mas confesso que no fundo eu duvidei / Tive medo, e em segredo, guardei o sentimento e me sufoquei / Mas agora, é a hora, eu vou gritar pra todo mundo de uma vez

Eu tô apaixonado / Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você / Eu tô apaixonado

Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado / E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você

Eu não sei de, onde vem, essa força que me leva pra você / Eu só sei, que faz bem, mas confesso que no fundo eu duvidei / Tive medo, e em segredo, guardei o sentimento e me sufoquei / Mas agora, é a hora, eu vou gritar pra todo mundo de uma vez

Eu tô apaixonado / Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado / E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você

Eu tô apaixonado / Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado / E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você / Ohh

Eu tô apaixonado / Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado / E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você

Eu tô apaixonado / Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer / Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você / Ohh

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

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FILHOS DE PAIS HOMO ( "RICK MARTIN" ) SER UM GRANDE PAI ESTANDO DISTANTE !


O maior desafio para um menino que está ‘virando homem’ é ter que comprovar sua virilidade, sua masculinidade; todos sabemos como as regras masculinas são severas e apenas heterossexuais. Ser homem é o oposto de ser mulher e também o contrário de ser homossexual, gay, viado, bicha, ou muitas outras denominações desqualificadas, pejorativas que denotam o preconceito e estigma que cerca a vida de quem não é heterossexual.

Mas o que acontece com um menino que é homossexual? Ele já sabia disso desde pequeno? Ele se acovarda e engana a si mesmo e aos outros se casando, sendo pai?

Um menino cresce dentro de regras heterossexuais, ele pode não saber quem é ainda, mas já sabe que ser homossexual não é bom, ou é feio, errado ou pecado; o interesse pelo ‘outro sexo’ marca para todos o despertar da sexualidade. É muito raro alguém saber que desde criança é um gay, mesmo porque “saber algo sobre nossa sexualidade” só acontece depois das dúvidas e incertezas que a adolescência nos impõe. Assim dependendo do maior ou menor rigor na educação, ambiente, nos próprios valores, crenças e oportunidades, esse menino poderá ter maior ou menor dificuldade de se ver como homossexual e se aceitar ao longo da adolescência e juventude.

A grande maioria dos pais que são gays vivenciou um casamento heterossexual com a mulher por quem se apaixonou na juventude e com quem teve seus filhos biológicos. Um pequeno número é pai via adoção, mas ele em geral também trás em sua história de vida relacionamentos com mulheres no início da juventude, já que era o esperado de um menino para ele ser homem.

Quando um homem se percebe atraído e homoafetivamente interessado por outro homem, ele passa por importantes decisões e transformações internas. Ele precisa refazer a imagem que tem de si mesmo como homem e pai, que até então estavam delimitadas e definidas por regras heterossexuais apenas. Ele deve enfrentar o processo de se aceitar, se assumir e decidir se revela ou não – e para quem – sua homoafetividade.

A homossexualidade emerge como possibilidade consciente de orientação sexual após a adolescência – entre adolescência e adulto jovem, depois de viver aquelas inseguranças sobre sua própria sexualidade – e isso acontece na juventude. Em muitas pessoas até mesmo mais tardiamente, na idade adulta. A família, esposa, filhos, familiares, amigos, a sociedade enfim não aceita, não entende que a homossexualidade não é uma ofensa à eles, ou que sua expressão mais tardia não é uma simples covardia de alguém que demorou muito para se aceitar um gay. Ou ainda, que é comum ouvirmos, a homossexualidade não é uma expressão degenerada e doentia da sexualidade depravada de um homem que desistiu de ser um bom pai e bom marido.

Nosso trabalho com os pais gays tem se mostrado uma importante ferramenta que lhes dá suporte para que se aceitem e superem esses conflitos, como podemos perceber no relato a seguir.

“André” (42 anos, filha 17 anos; filho 11 anos) está há mais de quatro anos afastado dos filhos que moram com a ex-mulher em outra cidade. Seu relato nos revela que existe sim um grande investimento pessoal para se assumir um homem pai e gay.

‘”…A energia das nossas atitudes e intenções é a que nos movimenta vetorialmente em direção daquilo que desejamos e/ou merecemos. A despeito de milhões de processos, argumentos, provas falsas que demoraram para serem desmentidas, audiências, o que vai valer no final é o sentimento que moveu e move cada um dos envolvidos (incluo as crianças)… Fui acusado de espancar meus filhos, de trancá-los sem comida e subliminarmente até mesmo de os expor sexualmente…isso foi há 4 anos e após perícias psicológicas e sociais, com horas e horas de terapia judicial, com testes para todo tipo de psicopata, além de visita de assistente social em minha casa, abrindo geladeira e armários, concluíram que eu era um grande pai…”

Percebemos através desse depoimento que existe uma recompensa, que é viver com a certeza de quem você é com a sua própria verdade; ser um gay não inviabiliza ser de fato um grande pai. Entendemos que há que se ter muita coragem para enfrentar o sofrimento de processos destrutivos que duram anos sem sucumbir; hoje André vive com um companheiro, trabalha muito e está assumindo uma profissão nova e gratificante, paralela à que até hoje exerce. Apesar da mágoa de não ter os filhos perto de si, consegue se ver como um vencedor; sente orgulho por ter tido coragem de se assumir, de ser quem é, mas também espera que o tempo traga de volta a verdade e a justiça que os filhos hão de conhecer.

Nem sempre existem conflitos graves por parte da família – esposa e filhos – quando um homem e pai assume sua homoafetividade. Mas geralmente é um processo complexo principalmente se esse “se assumir” foi antecedido por muitos anos de silêncio, de medos e segredos. É sempre difícil um homem e pai se perceber, se aceitar e se assumir como gay, viver abertamente um relacionamento homoafetivo; ele tem receio de que sua homoafetividade traga problemas para os filhos, já que sem dúvida vivemos numa sociedade intolerante às diferenças e à diversidade.

Dependendo da cultura, crenças, valores morais, familiares e religiosos esse processo todo pode ser menos sofrido ou mais facilitado. Algumas religiões, bem sabemos, pregam que homossexualidade é pecado, que é doença; para algumas famílias o apego aos valores tradicionalistas, sexistas e heterossexistas de família também afastam, ou dificultam aceitar o que é diferente, outras formas de família e a paternidade não heterossexual. Enfim, depende muito de como as relações culturais, sociais, profissionais, familiares e pessoais estão organizadas para um homem pai e gay se aceitar, se assumir e viver plenamente sua própria verdade.

O que observamos em absolutamente todas as histórias de vida que chegam a nós é que é sempre um grande alívio quando a verdade sobre a própria homoafetividade pode ser tratada de forma natural, assumida pelo homem que é pai e gay; ou seja, quando ele mesmo se aceita. Esse é o começo do processo de se assumir para então decidir se deve ou não revelar a homoafetividade para outros que merecem saber sobre essa particularidade, como alguns amigos, familiares, a mãe dos filhos e os filhos. Veja oportunamente na sessão revelação da homoafetividade algumas dicas de como isso pode ser feito.
texto publicado no site http://www.homopater.com.br