segunda-feira, 10 de setembro de 2012
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Bello Paes
MOTIVAÇÃO - O MELHOR VÍDEO DE 2012
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
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Bello Paes
Avenida Brasil: Avenida da Vida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Existem tantos núcleos nessa trama, um mais interessante que o outro. Isso tudo combinado compõem essa obra cinematográfica chamada: Avenida Brasil.
Uma famosa revista de circulação semanal em nosso país fez estudos onde revelam que 8 de cada 10 televisores estão ligados na Rede Globo no horário da novela. Mas, o que será que chama tanto a atenção dos brasileiros em Avenida Brasil???
Como disse acima são tantos núcleos que abordam temas diferentes e a realidade está tão próxima nesses núcleos com tanta perfeição que chega a nos confundir com a pura realidade! Mas será que não retrata exatamente isso: a Realidade? Talvez seja esse o motivo de tantos expectadores ligados na telinha nesse horário.
A novela trata do delicado tema do homossexualismo com uma perfeição que chega a dar uma bofetada no expectador! Os gays amam, se apaixonam, tem conflitos, sentem-se perdidos na hora de se declarar "iguais" aos héteros! A novela mostra isso de uma forma linda com o personagem do "Roni", um gay que está apaixonado por uma hétero sexual.
E o casal que já se separou mas ainda rola uma química muito forte entre os dois, embora estejam casados com outras pessoas? A coisa ainda pega fogo entre os dois e isso é retratado pelos personagens de "Muricy e Leleco". Isso é normal? NÃO! Se fosse não estariam separados. Mas acontece? Aí é outra pergunta! E tem outra resposta: SIM ! A novela não retrata situações em que a "normalidade permeia os assuntos", mas sim os casos que acontecem na realidade de nossas vidas!
É normal uma vingança como a de Rita/Nina por Carminha? Não! Claro que não! Mas existe? Ixiiii!!! E Como! Existe isso dentro da própria família! Onde você vê pessoas de sua família, em sua frente lhe tratando de um jeito e por de trás a falsidade chega a um ponto que os olhos jamais pensariam em ver tamanho teatro. Mas é logico que quem se dedica a se vingar, desejar o mal, vai ter as consequências das escolhas como acontece exatamente com a personagem da novela. A vingança também tem o seu preço para o vingador e a pessoa que vai ser vingada!
Trata também de relacionamentos modernos e polêmicos. Três esposas? É, Cadinho que o diga! Também é algo que foge a normalidade mas não a REALIDADE !
Um homem com um coração tão bom que para mim retrata a alma do ser humano, do povo brasileiro: TUFÃO! Que personagem! Uma pessoa traída, roubada, enganada de todas as formas...existe? É normal? Lhes digo que existe! Normal? Nunca! Mas está inserido em nossa realidade!
Ufa tantos outros personagens, que se fosse retratar aqui....
Avenida Brasil veio para retratar a estrada da vida, as coisas reais que nos acometem em diversos momentos de nossa história. Com tanta gente se identificando isso já é um retrato do que o "povo", a "massa" passa pela vida. Seja a mocinha ou o bandido.
Entre lágrimas e boas gargalhadas vamos caminhando por esta avenida chamada: AVENIDA BRASIL !
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
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"Prisão já para Ricky Martin e seu companheiro, e para todos os casais gays que obriguem uma criança a ser criada desse modo. Prisão já! Forçar crianças a viver isso é criminoso. Ninguém consultou os filhos de Ricky Martin para saber se eles queriam ter pais gays. Ricky e seu namorado deveriam ir presos", publicou ele, em seu espaço virtual.
Embora não se saiba se as palavras de Ricky foram dirigidas a Sicilia, o intérprete se mantém oficialmente afastado do debate após as palavras do famoso comediante daquele país.
Comediante pede a prisão de Ricky Martin por criar filhos em lar gay
O humorista venezuelano Carlos Sicilia causou polêmica esta semana, ao acusar, através do Twitter, o cantor Ricky Martin de ser um criminoso por criar seus filhos em uma família homossexual.
O astro porto-riquenho não caiu nas provocações e se limitou a publicar em seu perfil: "Se é orgulhoso, recomendo que ame a solidão, os orgulhosos sempre ficam sozinhos".
Os comentários homofóbicos causaram ao humorista o fechamento temporário de sua conta, e a ameaça de ser despedido da emissora para a qual trabalha, porém, mais tarde seus advogados foram obrigados a dizer que a conta tinha sido hackeada.
FONTE: O Fuxico
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Nasce Rafael Leitte, segundo filho de Claudia Leitte
Olá meus amigos e pessoas que me acompanham!
Depois de algum tempo ausente devido ao ritmo intenso de trabalho, cursos e capacitações para a formação e formatação de um novo Projeto, não poderia de usar essa minha ferramenta para parabenizar a amiga que admiro e artista, Cláudia Leitte, pelo nascimento do seu segundo filho, Rafael Leitte que chegou ao mundo nos primeiros 11 minutos desta quarta-feira maravilhosa, 15 de agosto de 2012. A criança nasceu com 3,305kg e mede 49cm.
Rafael também é soteropolitano como seu irmão Davi e nasceu no Hospital Aliança. A artista chegou ao hospital na noite passada (quarta-feira) e acompanhada do esposo, Marcio Pedreira. Segundo relatórios médicos, mãe e filho passam bem.
Da última vez que nos vimos já tem algum tempo, a saudade é intensa, mas sinto-me como se estivesse aí do lado de vocês três, agora quatro rsrsrsrsrs!!! Acaba de nascer uma luz, uma luz de novos planos, de novos momentos e tenho certeza que esta luz está cheia de encantos, novas magias e vida, muita vida. Meus parabéns a toda família Leitte.
Temos total certeza que mais graças serão alcançadas por vocês e que chegue logo o NêgaLora!!!!!!
Felicidades!!!
@bellopaes
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domingo, 8 de julho de 2012
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Parece óbvio quando a gente afirma que não tem o controle de tudo e de todos, mas, no exercício de viver, o que termina acontecendo, na maioria das vezes, é que caímos na armadilha dos paradoxos. Ou julgamos que não temos culpa de nada, como se nada pudéssemos fazer para mudar o que não nos agrada; ou agimos e criamos expectativas como se pudéssemos controlar os resultados e como se tudo, em nossas vidas, dependesse exclusivamente de nós.
Sinceramente, vejo um lado extremamente positivo na ideia de nos responsabilizarmos por nossas escolhas e por nos sentirmos capazes de decidir o que queremos, como e quando queremos.
No entanto, enquanto continuarmos apostando nessa postura megalomaníaca e prepotente que sugere que somos seres independentes, células soltas no universo, nosso saldo será sempre permeado por frustrações, vazio e, em última instância, infelicidade!
Isto é, enquanto nos enxergarmos de forma radical e absoluta, apostando em rótulos como "independentes" ou "dependentes", perderemos a preciosa chance de experimentarmos o lugar demasiadamente humano que felizmente nos cabe.
Nem tudo, nem nada. Nem preto, nem branco. Nem cheios, nem vazios. Nem santos, nem demônios. Nem certos, nem errados. Nem bons, nem maus. Nem sozinhos, nem misturados. Sobretudo, interdependentes. Elos essenciais de uma corrente que dá forma, força e sentido para o Todo.
É justamente essa necessidade sagrada de nos relacionarmos e trocarmos quem somos que nos torna seres candidatos à perfeição, imagem e semelhança da divindade. E é também, por essas e outras, que podemos, sim, optar entre um e outro caminho. Podemos, sim, decidir sob qual ângulo olharemos as circunstâncias de nossa existência.
Porém, o pacote completo que compõe a vida que vivemos nunca foi, não é e nem nunca será resultado exclusivo de uma individualidade. Somos todos um. Somos parte de algo bem maior. Somos células de um organismo multidimensional atuante, pulsante e constante.
Quem eu sou influencia -em menor ou em maior grau- quem você é! O que eu sinto reverbera e se espalha pelas entrelinhas do que você sente. E assim sendo, enquanto houver um único ser faminto, haverá também fome em mim e em você. Enquanto houver um único ser dolorido, haverá dor em mim e em você. Enquanto houver um ser perdido, haverá dúvida e confusão em mim e em você. Enquanto houver guerra em um único coração, haverá sensação de perda e destruição no meu e no seu coração.
Claro, não estou dizendo que agora, além de tudo, somos responsáveis pelo mundo inteiro. Mas acredito, sim, que alimentar o outro é dar fim à própria fome, que aliviar a dor do outro é proporcionar alívio a si mesmo, e que nesta mesma proporção, investir na gentileza, na paciência e no acolhimento do outro, é garantir que mais e mais pessoas experimentem a plenitude pela qual tanto eu quanto você temos lutado tão acirradamente.
E quanto mais pessoas participarem desta dinâmica, mais feliz "por nada" eu me sentirei. E você também! Menos dor, mais sensação de preenchimento, mais respostas e alternativas eu encontrarei. E você também! É quase matemático. Uma equação onde somos os números e, portanto, o resultado depende de mim... e de você também!
Rosana Braga
Ser feliz não depende só de você
Parece óbvio quando a gente afirma que não tem o controle de tudo e de todos, mas, no exercício de viver, o que termina acontecendo, na maioria das vezes, é que caímos na armadilha dos paradoxos. Ou julgamos que não temos culpa de nada, como se nada pudéssemos fazer para mudar o que não nos agrada; ou agimos e criamos expectativas como se pudéssemos controlar os resultados e como se tudo, em nossas vidas, dependesse exclusivamente de nós.
Sinceramente, vejo um lado extremamente positivo na ideia de nos responsabilizarmos por nossas escolhas e por nos sentirmos capazes de decidir o que queremos, como e quando queremos.
No entanto, enquanto continuarmos apostando nessa postura megalomaníaca e prepotente que sugere que somos seres independentes, células soltas no universo, nosso saldo será sempre permeado por frustrações, vazio e, em última instância, infelicidade!
Isto é, enquanto nos enxergarmos de forma radical e absoluta, apostando em rótulos como "independentes" ou "dependentes", perderemos a preciosa chance de experimentarmos o lugar demasiadamente humano que felizmente nos cabe.
Nem tudo, nem nada. Nem preto, nem branco. Nem cheios, nem vazios. Nem santos, nem demônios. Nem certos, nem errados. Nem bons, nem maus. Nem sozinhos, nem misturados. Sobretudo, interdependentes. Elos essenciais de uma corrente que dá forma, força e sentido para o Todo.
É justamente essa necessidade sagrada de nos relacionarmos e trocarmos quem somos que nos torna seres candidatos à perfeição, imagem e semelhança da divindade. E é também, por essas e outras, que podemos, sim, optar entre um e outro caminho. Podemos, sim, decidir sob qual ângulo olharemos as circunstâncias de nossa existência.
Porém, o pacote completo que compõe a vida que vivemos nunca foi, não é e nem nunca será resultado exclusivo de uma individualidade. Somos todos um. Somos parte de algo bem maior. Somos células de um organismo multidimensional atuante, pulsante e constante.
Quem eu sou influencia -em menor ou em maior grau- quem você é! O que eu sinto reverbera e se espalha pelas entrelinhas do que você sente. E assim sendo, enquanto houver um único ser faminto, haverá também fome em mim e em você. Enquanto houver um único ser dolorido, haverá dor em mim e em você. Enquanto houver um ser perdido, haverá dúvida e confusão em mim e em você. Enquanto houver guerra em um único coração, haverá sensação de perda e destruição no meu e no seu coração.
Claro, não estou dizendo que agora, além de tudo, somos responsáveis pelo mundo inteiro. Mas acredito, sim, que alimentar o outro é dar fim à própria fome, que aliviar a dor do outro é proporcionar alívio a si mesmo, e que nesta mesma proporção, investir na gentileza, na paciência e no acolhimento do outro, é garantir que mais e mais pessoas experimentem a plenitude pela qual tanto eu quanto você temos lutado tão acirradamente.
E quanto mais pessoas participarem desta dinâmica, mais feliz "por nada" eu me sentirei. E você também! Menos dor, mais sensação de preenchimento, mais respostas e alternativas eu encontrarei. E você também! É quase matemático. Uma equação onde somos os números e, portanto, o resultado depende de mim... e de você também!
Rosana Braga
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
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Quem é o pai?
O que escandaliza as pessoas numa gravidez de pai incerto.
Tenho assistido meio enojado ao espetáculo que se montou em torno da gravidez da modelo Carol Francischini, de quem eu nunca tinha ouvido falar. Especula-se em tom de piada sobre quem seria o pai da criança. Discutem-se os famosos com quem ela saiu, publicam-se listas, só falta que se façam bolões. A moça já disse que sabe quem é o pai e que não quer tornar a informação pública. Foi ignorada. A maioria moral não está interessada em qualquer versão menos picante da história. O que importa é a fofoca e a condenação: como essa mulher não sabe quem é o pai do filho dela?
É fácil perceber que continuamos julgando as mulheres pelos padrões morais da década de 50. Há pelo menos 30 anos elas trocam de namorados, trabalham, separam-se, engravidam e tocam a vida em liberdade quase absoluta. É evidente que muitas têm mais de um parceiro ao mesmo tempo, assim como fazem os homens. Mas, se uma delas engravida “fora do casamento”, vira bafo. Se não souber quem é o pai, vira escândalo. Diante de uma gravidez fora do padrão, retornamos aos padrões morais das peças do Nelson Rodrigues. A moça cai na boca do povo.
O moralismo que anima essas reações transforma a grávida que tem dúvidas sobre a paternidade do seu filho em várias coisas. Promíscua. Idiota. Irresponsável. Ou pior. O moralista não se interessa por circunstâncias, não dá atenção a situações emocionais complexas, não quer saber dos dilemas afetivos por trás de uma ou outra relação. Ele já tem suas opiniões. Tudo o que o moralista precisa saber é que há algo de errado, muito errado, numa mulher grávida que não sabe apontar o pai do seu filho.
Será mesmo? Talvez eu esteja descolando da realidade moral brasileira, mas não acho. No mundo relativamente careta em que eu vivo já vi acontecer algumas vezes. Não é um fato banal ou corriqueiro, mas tampouco é uma raridade. Acontece, e o roteiro poderia se repetir com qualquer um: a mulher está ficando com dois homens, engravida, e não sabe com 100% de certeza de quem é o bebê. Tira a dúvida conversando sobre datas com o ginecologista ou faz um exame. A incerteza se dissipa em horas ou dias. Pronto. Seria o fim do mundo ou caso de execração pública? Claro que não.
Acho que por trás do sentimento de escândalo está a convicção mal disfarçada de que as mulheres deveriam ser castas. Se isso não for possível, ao menos monogâmicas. Certamente elas jamais deveriam ser relacionar com mais de um homem de cada vez. Ainda que sejam solteiras. Quando uma mulher recusa esse limite, envolve-se com mais de um cara e engravida, vira um alvo fácil: “Quem mandou ser galinha?” Se fosse um homem a transar com duas ou três ou quatro mulheres estaria tudo bem? Claro que sim. Afinal, ele é homem...
Antes que me chamem de Polyana, não acho que essa situação seja simples. Certamente não recomendo que as moças saiam por aí engravidando de pai incerto. Na verdade, desaconselho firmemente. Sei por um milhão de razões que a gravidez deveria começar cercada de certeza e aconchego, não de dúvidas. E suponho que mulheres nessa incerteza essencial vivam momentos terríveis. O risco do desamparo afetivo ou material é enorme. Dito isso, eu sei também que milhões de seres humanos excepcionais nasceram de relações circunstancias, ilegais ou totalmente inadequadas. E que uma multidão ainda maior veio ao mundo quando seus pais perfeitamente casados não queriam ou não estavam prontos para recebê-los. Todos eles estão aí, contrariando estatísticas e desafiando convicções. Sendo felizes e fazendo os outros felizes.
Eu não sei quem é o pai do filho da Carol Francischini e nem me interessa saber. Ela diz que sabe. Afinal, a gravidez é dela. A vida é dela. O que o resto de nós poderia oferecer num caso desses é respeito. No mínimo, porque nenhum de nós sabe com 100% de certeza as circunstâncias em foi gerado. E se houvesse lá, no início da nossa vida, uma multidão de pessoas espiando, fazendo perguntas e piadas? Eu não gostaria que isso tivesse acontecido comigo, e não recomendo que aconteça com ninguém.
Texto do fabuloso - Ivan Martins - Produtor Executivo de Época
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