Divido com vocês um vídeo que gosto muito!!!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
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What's My Name?
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Bello Paes
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"... São homossexuais, bissexuais, tudo está valendo” THIAGO LACERDA
Na estréia carioca da peça “Calígula”, no Teatro SESC Ginástico, desta quinta-feira, 29, o galã Thiago Lacerda protagonizou um beijo gay com o ator Pedro Henrique Moutinho. Na história, Thiago é o imperador Calígula que, entre muitas histórias, beija um poeta apaixonado.
Sobre a peça, cuja direção é de Gabriel Villela, o ator afirma que a intenção é lutar contra o preconceito, principalmente por Calígula se passar em um período em que a sexualidade não está definida ou padronizada. “O preconceito de cara é um tema que devemos lutar contra. Não cabe mais, em pleno século 21, esse tipo de conduta. A história se passa numa Roma que não tem a sexualidade definida ou padronizada. São homossexuais, bissexuais, tudo está valendo”, declarou.
Segundo ele, o texto sobre a peça sofreu preconceito. “Sou de uma geração que via o Calígula como um personagem da pornografia, e isso não é verdade. Falamos de uma forma mais intelectual sobre esse perfil e abordamos questões sociais.”
Para a caracterização do personagem, Thiago fez um processo de clareamento nos cabelos. “Queria dar uma clareada. Achei que o imperador precisava ser mais iluminado”, disse.
Fonte: Portal UOL
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Bello Paes
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Escultura pornô com Bolsonaro vira patrimônio de fundação gay em NY
Mais um ponto a favor da arte e contra a imbecilidade de certos políticos. A escultura "Bolsonaros Sex Party", criada pelo artista plástico brasileiro Fernando Carpaneda, acaba de ser adquirida pela The Leslie Lohman Gay Art Foundation. A obra passa a integrar o acervo permanente da fundação. Carpaneda, além de artista plástico, é escritor e também autor do livro "Anjo de Butes".
"Acho que, da mesma forma que o Jair Bolsonaro tem direito garantido e imunidade parlamentar para ir à televisão brasileira falar mal de gays e negros, eu, como brasileiro, também tenho o direito de me expressar em público sobre o Jair Bolsonaro", disse Carpaneda recentemente.
"Quero que ele se sinta constrangido ao ser visto retratado praticando sexo oral e anal. Assim, sentirá na pele o que é ter sua intimidade transformada em alvo de piada".
A obra mostra exatamente uma orgia, com uma representação de Jair Bolsonaro em meio à suruba. A escultura também aproveita para criticar as campanhas homofóbicas que surgem no mundo, como a "God Hates Fags" (Deus Odeia as Bichas).
Agora, a "Bolsonaros Sex Party" ficará exposta ao lado de obras de mestres da arte moderna e gay, como Andy Warhol, Keith Haring e Robert Mapplethorpe. Com isso, Bolsonaro conseguiu justamente aquilo que ele não queria: ficará para sempre associado à questão gay, e nos EUA - fora do Brasil.
"Seja viado, seja herói!", brada Carpaneda, citando a famosa frase "Seja marginal, seja herói", criada pelo artista brasileiro Hélio Oiticica (1937-1980) nos anos 60.
Por: Vírgula.com.br
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Ao comemorar absolvição de pai, filho de Bolsonaro manda "viadada chupar"
Após saber da absolvição do pai pela Comissão de Ética da Câmara, o filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), o vereador Carlos Bolsonaro (PP-RJ), foi ao Twitter comemorar com a seguinte frase: "Chuuuuuupa viadada. Viva a liberdade de expressão. Parabéns Brasil!".
O filho de Bolsonaro declarou que "eles (LGBT) estão chupando dedo. O que queriam não conseguiram, que era impor a ditadura do que eles acham que é democracia". Segundo o vereador, a comunidade LGBT quer impor pensamento único, onde quem pensa diferente "é homofóbico".
Carlos Bolsonaro declarou ainda que vai responder sempre na "mesma moeda todas as acusações que sofrer". E como todos os políticos contrários aos direitos LGBT, o vereador disse que "não vê problema de a pessoa ser gay", mas que políticos como ele, que são contra leis pró-comunidade gay, são "perseguidos".
O parlamentar também se referiu ao deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e disse que ele tem uma tara pelo seu pai. "O Jean Wyllys disse hoje (quarta-feira, 29) que qualquer um pode chamá-lo de viado, menos eu. O problema deles é conosco. Eles têm alguma tara com Bolsonaro que não sei qual é, mas eles não vão conseguir nos calar porque eu represento a maioria da população brasileira", disse o vereador.
Fonte: Vírgula.com.br
terça-feira, 5 de julho de 2011
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PLC 122 será substituído - Senadora Marta Suplicy desiste
O PLC 122 _o projeto de lei que criminalizaria a homofobia no Brasil_ não vai mais tramitar pelo Senado. Ainda que a senadora Marta Suplicy, sua atual relatora, tenha tentado costurar acordos com líderes da base evangélica, como o senador Marcelo Crivella, para mudar trechos do projeto de lei muito criticados pelos parlamentares ligados a igrejas e fazê-lo passar pelas Comissões do Senado, avalia-se que a bancada evangélica jamais votaria a favor do projeto por ele ter sido “demonizado” dentro e fora das igrejas por pastores.
A decisão de arquivar o PLC 122 foi tomada em reunião com Marta Suplicy e contou com a presença do senador Walter Pinheiro (PT/BA), da deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ), do deputado federal Lauriete Almeida (PSC/ES) e do deputado Gilmar Machado (PT/MG).
Agora a senadora Marta Suplicy pode passar a dar apoio ao PL 6418/2005, de autoria do Senador Paulo Paim (PT-RS), ou apresentar uma nova proposta, mas desta vez com texto avalizado por lideranças evangélicas que possuem interlocução dom a Senadora _além da ABGLT. É possível, ainda, que se busque o Supremo para que ele se pronuncie sobre a pauta, em um processo parecido com o que culminou na permissão da união homoafetiva.
Por Marcelo Cia
segunda-feira, 4 de julho de 2011
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Casal gay de Itapetininga ganha a guarda de cinco crianças
Após três anos de espera, um casal de gay de Itapetininga (SP), que estava na fila de espera do Cadastro Nacional de Adoção, conseguiu a guarda definitiva não só de uma, mas de cinco crianças, todos irmãos.
De acordo com o juiz Josimar de Miranda Andrade, o casal já tinha a guarda temporária das crianças, com quem passou o último Natal. Antes de autorizar a adoção, uma equipe de profissionais encomendados pelo juiz acompanhou a situação e a convivência da família. "Nunca tivemos uma informação desagradável. Depois que o Supremo decidiu, não tive mais por que negar a adoção. Estamos dando uma oportunidade a essas crianças de ter um lar e uma vida", afirmou o magistrado.
Os pais biológicos das crianças, que têm entre quatro e dez anos, concordaram com a adoção e admitiram problemas com bebidas alcoólicas. As crianças terão acompanhamento psicológico e já ganharam novos documentos com o sobrenome dos pais adotivos.
FONTE - Portal UOL
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"Odiava quando tentavam obrigar-me a assumir-me" - RICKY MARTIN
Ricky Martin apresenta aos europeus uma tourné cheia de ritmo e erotismo. O cantor, que já atuou em Lisboa, passa agora por Londres. Na antecipação ao concerto em terras britânicas, Martin falou com a imprensa do país e não fugiu às questões sobre a sua vida pessoal.
Admite que se sente mais feliz desde que assumiu a homossexualidade, mas diz que, antes de ter ganho coragem para tal, odiava quando o tentavam obrigar a sair do armário.
"Para a sua primeira entrevista a um jornal britânico desde o seu anúncio, encontramo-nos na suite de um hotel em Madrid, onde em que ele é quente e aberto, só abraços, tal como é todo o seu grupo de apoio formado por família e amigos de longa data. Quando questionado se se sente tão eufórico como se sentia quando escreveu o livro [autobiografia], ele estende-se no sofá e começa a passar constantemente as mãos pelo peito. É a pessoa fisicamente mais expansiva que alguma vez entrevistei", descreve a repórter do The Guardian.
O cantor responde que se sente "mais livre" e em contato com ele próprio. E repentinamente adota um ar mais sério para garantir que se sente protegido, que não se sente só e que tem sido apoiado por uma "comunidade fantástica" de LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e simpatizantes.
Durante anos Ricky Martin foi visado por rumores sobre a sua sexualidade, que se transformaram em perguntas e insinuações por parte da imprensa. O The Guardian lembra o incidente no qual a veterana jornalista Barbara Walters, numa entrevista há 11 anos para um especial sobre Óscares, importunou o cantor ao pressioná-lo a comentar os rumores. Walters admitiu entretanto que as perguntas foram "inapropriadas" e que aquele foi o pior momento em três décadas de entrevistas. E foi mais uma situação que teve o efeito contrário ao desejado, admite Ricky Martin: "Odiava quando as pessoas me tentavam obrigar a assumir-me quando ainda não estava preparado. Era bastante doloroso e até me afastava mais desse momento."
Por DN.pt
Por DN.pt
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Bello Paes
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13:12:00
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